1 September 2009

Sobre Lewis Carroll

TEXTOS BIOGRÁFICOS SOBRE LEWIS CARROLL PUBLICADOS NO BRASIL



Lucília Garcez.
Ilustrações de Jô Oliveira.
Belo Horizonte: Editora Dimensão, 1998.
Formato: 23 x 20 cm. 32 pág. 16 ilustrações, cor.

“O menino Charles gostava de inventar coisas e imaginar animais fantásticos. Sabia tudo de Matemática e vivia desenhando e inventando jogos. Quando cresceu, com o pseudônimo de Lewis Carroll, escreveu para crianças livros cheios de humor e fantasia, entre os quais se destaca ‘Alice no país das maravilhas’.” Site da Editora


LEWIS CARROLL – UMA BIOGRAFIA
Morton Cohen.
Tradução de Raffaella de Filippis.
São Paulo: Record, 1995.
Formato: 17 x 23 cm. 666 pág. Várias fotos e ilustrações.
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In his time, Charles Lutwidge Dodgson was known to the world as an outstanding pioneer photographer of children, particularly of female children, as well as for being the author Lewis Carroll. One of Dodgson's "child-friends," Alice Lidell, served as the inspiraton for his literary Alice. These child-friend associations subjected Dodgson to public scrutiny, gossip, and suspicion concerning his emotional and sexual proclivities, suppressed though they may have been. Dodgson chose to "let them talk." Biographer Cohen (Lewis Carroll: Interviews and Recollections, Univ. of Iowa Pr., 1988) uses previously unavailable family and personal documents, diaries, and letters to show that the shy bachelor Dodgson, Oxford mathematics don and lecturer, held himself to the strictest of moral codes. While Lewis Carroll has been probed and analyzed by countless writers (see, for instance, John Pudney's Lewis Carroll and His World, 1976), this book is about the intimate and complex life of the man behind all those who lived on the other side of the looking glass. Recommended for all literature collections.


TEXTOS TEÓRICOS SOBRE LEWIS CARROLL PUBLICADOS NO BRASIL


AVENTURAS DE ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Interpretadas por Fernando de Mello.
Editora Brasília: Rio de Janeiro, 1976.

"Considerado uma das obras-primas da literatura infantil, "Alice no País das Maravilhas" tem sido também um livro estimulante a muitas interpretações surrealistas e psicanalíticas. Fernando de Mello fez uma nova análise da obra de Lewis Carroll, viajando pelo País das Maravilhas, retirando dele imagens até hoje não percebidas, num enfoque novo, brilhante, divertido e profundo. A cândida Alice descobre o amor sob formas fálicas: tubo, nargulé, teleobjetiva, rabo de gato, mergulhando num mundo de sádica subversão, num ambiente de penumbra erótica.

Na edição comentada de "Aventuras de Alice no País das Maravilhas", Fernando Mello, em anotações manuscritas ao lado de cada página do texto original, chama atenção para os múltiplos aspectos fascinantes desta obra escrita há 112 anos, e que para a maioria dos leitores é apenas uma história infantil. Por exemplo, os animais são símbolos e os símbolos são desmistificados: numa parábola da mitologia cristã-judaica romana os papéis se invertem: a pomba vence a serpente; a serpente é ingênua, enquanto a pomba é desconfiada e má. Conservando-se integralmente o texto original. Mello faz observações minuciosas, em que atrás do humor se revela uma seriedade e uma justeza de observações quase científica. E assim é surpreendente constar que, o doce sorriso de Alice pode ser substutuído, sem nenhum choque, pelo sorriso sabido (e muito safado) do nosso velho Marquês de Sade." Site da Editora



Gilles Deleuze.
Tradução de Luiz Roberto Salinas Fortes.
Perspectiva. São Paulo, 1974. (Estudos,35)
Formato: 12 x 22 cm. 342 pág.

“A partir de 'Alice no País das Maravilhas', de Lewis Carroll, Deleuze procura estabelecer uma teoria do sentido utilizando como termo de comparação o pensamento estóico. Ao retomar estes dois precursores e levá-los à frente, em sua indagação, o autor cria uma perspectiva que não só surpreendeu, quando do seu aparecimento, como continua a surpreender a nova geração de leitores e a proporcionar-lhes parâmetros que contradizem a lição do cotidiano, mas que estabelecem as bases de um novo espaço do pensamento.” Site da Editora


De Jacques Lacan a Lewis Carroll.
Organização de Jacques Alain Miller.
Ilustração da Capa de Gastón Chaissac.
Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2003.
Formato: 16 x 23 cm. 151 pág.

“A ambição de 'Ornicar?', segundo Jacques-Alain Miller, é ser a 'Revista do Real'. Esse volume, que introduz a conceituada publicação no Brasil, reúne os seguintes textos - Homenagem a Lewis Carroll (Jacques Lacan); Lacan sobre Lewis Carroll (Sophie Marret); Como engolir a pílula? (Éric Laurent); A psicanálise provoca patologias iatrogênicas? (Jean-Claude Maleval); Uma dificuldade na análise das mulheres (Marie-Helène Brousse); Uma sexta psicanálise de Freud; o caso Ferenczi (Serge Cottet); Retorno sobre a tese de Lacan; o futuro de Aimée (Dominique Laurent); Gaston Chaissac, um bricoleur de real (Monique Amirault); Sobre a honra e a vergonha (Jacques-Alain Miller).” Site da Editora


A poesia nonsense de Lewis Carroll e Edward Lear.
Myriam Ávila
Ilustrações de Edward Lear.
São Paulo: Annablume, 1996.
Formato: 10,5 x 18 cm. 243 pág. 4 ilustrações, P & B.

“Através da caracterização do nonsense - gênero simultâneo e contraditoriamente tão peculiar e revelador do Zeitgeist do século XIX - Myrian Ávila coloca em pauta questões sobre a Modernidade e a Pós-Modernidade, sobre os lugares possíveis da literatura e da crítica num tempo como o nosso, enfim, sobre o sujeito e sua possibilidade de afirmação individual no mundo” (Da apresentação de Maria Zilda F. Cury na quarta-capa )


Lauro Maia Amorim
Ilustrações de Lewis Carroll e John Tenniel.
São Paulo: Unesp, 2006.
formato: 14 x 21 cm. 240 pág.

"O presente trabalho tem como objetivo não apenas apresentar e discutir as nuances relativas ao conceito de adaptação, mas, sobretudo, sua relação inevitável com a prática tradutória. Para tanto, o percurso teórico empreendido vem explorar os aspectos complexos que caracterizam a própria concepção de tradução na pós-modernidade, avaliando a problemática da identidade da tradução perante outras formas de reescritura. Nesse sentido, o trabalho aborda as relações entre tradução e adaptação, refletindo sobre os limites em que essas reescrituras se inscrevem. Têm-se como objetivo, avaliar em que medida elas não se excluiriam e de que modo suas fronteiras são concebidas no discurso de tradutores, adaptadores e teóricos da tradução." O corpus de análise no qual se fundamenta a pesquisa é composto de reescrituras das obras Alice in wonderland e Kim, de Rudyard Kipling." Contra capa.

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“Always in search of curious objects, broken toys, bits of things and traces of stories, Adriana Peliano stitches together desires, monsters and fairy tales. Her collages and metamorphic assemblages are magical and multiple inventories, where logic is reinvented with new meanings and narratives, creating language games and dream labyrinths. Everything is transformed to tell new stories that dislocate our way of seeing, inviting the marvellous to visit our world.” “Sempre em busca de objetos curiosos, restos de brinquedos, cacos de mundos e rastros de estórias, Adriana Peliano costura desejos, monstros e contos de fadas. Suas colagens, metamofoses e assemblagens despertam inventários mágicos e múltiplos, onde a lógica do cotidiano é reinventada em novos sentidos e narrativas, criando jogos de linguagem e labirintos de sonhos. Tudo se transforma para contar novas estórias, abrindo portas para o maravilhoso.”