1 September 2009

Mais de Lewis Carroll

OUTRAS OBRAS DE LEWIS CARROLL PUBLICADAS NO BRASIL


Tradução, apresentação e notas de Álvaro A. Antunes.
Ilustrações de Regina E. C. Fernandes.
Além Paraíba: Interior Edições, 1984.
Formato: 16 x 23 cm. 112 pág. 10 ilustrações, P&B. Gravura.

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"The Hunting of the Snark (An Agony in 8 Fits) is a nonsense poem written by Lewis Carroll in 1874, when he was 42 years old. It describes "with infinite humour the impossible voyage of an improbable crew to find an inconceivable creature". The poem borrows occasionally from Carroll's short poem Jabberwocky in Through the Looking-Glass (especially the poem's creatures and portmanteau words), but it is a stand-alone work, first published in 1876 by Macmillan. The illustrations were by Henry Holiday.
In common with other Carroll works, the meaning of his poems has been queried and analysed in depth. One of the most comprehensive gatherings of information about the poem and its meaning is
The Annotated Snark by Martin Gardner."
Wikipedia


Tradução de Sérgio Medeiros.
Ilustrações originais de Harry Furniss. (Inglaterra)
Iluminuras. São Paulo, 1997.
Além Paraíba: Interior Edições, 1984.
Formato: 14 x 20 cm. 286 pág. 25 ilustrações, P&B.

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"Sylvie and Bruno, first published in 1889, and its 1893 second volume Sylvie and Bruno Concluded form the last novel by Lewis Carroll published during his lifetime. Both volumes were illustrated by Harry Furniss.

The novel has two main plots; one set in the real world at the time the book was published (the Victorian era), the other in the fantasy world of Fairyland. While the latter plot is a fairytale with many nonsense elements and poems, similar to Carroll's Alice books, the story set in Victorian Britain is a social novel, with its characters discussing various concepts and aspects of religion, society, philosophy and morality."
Wikipedia

"Este conto de fadas protagonizado por um menino rebelde, que o filósofo Giles Deleuze não hesita em chamar de obra-prima, tornou-se hoje o núcleo de uma obra atualíssima e fascinante ainda não inteiramente descoberta: eis a vingança bem-humorada de um romancista injustiçado pela crítica e pelos leitores, que sempre preferiram o encanto de Alice às perversidades de Bruno." Livraria Cultura


Tradução e notas de Newton Paulo Teixeira dos Santos.
Capa de Marcus Moraes.
Rio de Janeiro: 7 Letras, 1997.
Formato: 14 x 21 cm. 114 pág.

"Em meados do século XIX, dois escritores que iriam se tornar, em muito pouco tempo, grandes clássicos da literatura, empreenderam uma especialíssima correspondência particular, a que muitos críticos atribuiriam importância fundamental no conjunto de suas obras - Gustave Flaubert e Charles Lutwidge Dogson, mais conhecido pelo pseudônimo Lewis Carroll. A essência dessa correspondência é mostrada no livro." Livraria Cultura


Tradução de Eugênio Amado.
Capa de Claudio Martins. Ilustrações originais de John Tenniel (Inglaterra).
Belo Horizonte: Itatiaia, 1999.
Formato: 17 x 24 cm. 1025 pág.

Volume 1: Aventuras de Alice no País das Maravilhas;
Do lado de dentro do Espelho; Sílvia e Bruno.
Volume 2: Conclusão de Sílvia e Bruno; Uma história emaranhada.


Apresentação de Miguel Esteves Cardoso.
Seleção e Tradução de Mário Avelar.
Lisboa: Assírio & Alvim, 1984.
Formato: 14 x 20 cm. 141 pág.
40 fotografias de meninas tiradas por Lewis Carroll.

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Tradução de Luiz Arthur Pagani.
Capa de Fernando Cornacchia.
Campinas/SP: Papirus, 1992.
Formato: 14 x 21 cm. 120 pág.


Tradução de José Paulo Paes.
Ilustrações de Mariana Massarani.
São Paulo: Ática, 1998.
Formato: 27,5 x 20,2 cm. 32 pág.

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“Always in search of curious objects, broken toys, bits of things and traces of stories, Adriana Peliano stitches together desires, monsters and fairy tales. Her collages and metamorphic assemblages are magical and multiple inventories, where logic is reinvented with new meanings and narratives, creating language games and dream labyrinths. Everything is transformed to tell new stories that dislocate our way of seeing, inviting the marvellous to visit our world.” “Sempre em busca de objetos curiosos, restos de brinquedos, cacos de mundos e rastros de estórias, Adriana Peliano costura desejos, monstros e contos de fadas. Suas colagens, metamofoses e assemblagens despertam inventários mágicos e múltiplos, onde a lógica do cotidiano é reinventada em novos sentidos e narrativas, criando jogos de linguagem e labirintos de sonhos. Tudo se transforma para contar novas estórias, abrindo portas para o maravilhoso.”