1 September 2009

Alice em Novas Aventuras

OBRAS RELACIONADAS – Outras aventuras e invenções alicianas


David R. Slavitt
Capa de Ana Maria Duarte.
Ilustração de Marlene Lanfredi.
Formato: 14 x 21 cm. 252 pág.
Rio de Janeiro: Rocco, 1984.

“Jogando simultaneamente com a ficção e a realidade, David R. Slavitt conta neste romance quais poderiam ter sido as conseqüências do voyeurismo de Lewis Carroll sobre a vida de sua principal heroína e musa inspiradora, Alice Liddell, a Alice do País das Maravilhas, um dos clássicos da literatura inglesa. E não só dela, mas também de mais duas das antigas amiguinhas e modelos fotográficos de Carroll, que nesse passatempo aparentemente inocente parecia dar vazão a um erotismo recalcado. O romance é uma inteligente combinação de fatos reais e especulação, escrito num estilo vivo e bem humorado, mostrando que os acontecimentos da infância podem determinar, em grande parte o comportamento e o caráter dos adultos.” Contracapa


Laura Bergallo
Ilustrações de Edith Derdyk
Coleção Muriqui
São Paulo: SM, 2007.

Para enfrentar seus problemas, que passam pela ausência do pai e pelo descaso da mãe, Alice começa a se autodestruir, num processo de anorexia e bulimia. Mesclando a história de Alice com a de Alice no país do espelho, de Lewis Carroll, a autora retrata de modo sensível um drama cada vez mais presente em nosso cotidiano.


Raymond Smullyan
Prefácio de Martin Gardner.
Tradução de Vera Ribeiro.
Ilustrações Anônimas. Capa de Carol Sá e Sérgio Campante.
Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000.
Formato: 14 x 21 cm. 191 pág.
59 ilustrações, P&B.

“Alice, a Falsa Tartaruga, o Grifo, a Rainha de Copas, o Chapeleiro Louco- os personagens de Alice no País das Maravilhas e Alice através do espelho, de Lewis Carroll, estão de volta neste instigante livro de enigmas lógicos. Raymond Smullyan torna a lançar aqui seus fascinantes desafios, recriando com maestria o universo de Carroll. Não apenas os personagens falam e se comportam exatamente como os originais; também os jogos de palavras, os problemas de lógica e metalógica (lógica da lógica) e os complexos paradoxos filosóficos são típicos do criador de Alice. Lidando o tempo todo com o nonsense e a lógica, esses enigmas nos aproximam prazerosamente do mistério da vida, da dificuldade de distinguir verdadeiro e falso, real e irreal.” Site da Editora


Pedro Bandeira
São Paulo: Ática, 2006.
88 pág.

“Alice entrou no sótão da casa da avó, sentou-se e olhou para o espelho. Começava ali uma aventura e tanto, que a levaria para o País da Mentira, para o País da Verdade - e para descobertas importantíssimas na vida de toda criança. Aprender a escolher, por exemplo. E a assumir a responsabilidade pelas escolhas. Um livro delicioso, que estimula a criatividade, a imaginação e a reflexão.” Site da Editora


Carlo Frabetti
São Paulo: Ática, 2002.

Alice é uma menina dos dias de hoje que odeia matemática. Numa viagem fabulosa, ela encontra personagens da história de uma outra Alice, a do País das Maravilhas, e vive muitas aventuras. Mas a grande aventura de Alice - e dos leitores - é descobrir que a matemática, além de útil, também é divertida. Site da editora


Elias José
Ilustrações de Taisa Borges.
São Paulo: Peiropolis, 2009.
Formato: 25 x 23 cm. 56 pág.

“Neste livro de poemas de Elias José, a personagem Alice, de Lewis Carroll, é 'flagrada' no momento em que descobre o mundo das palavras, enquanto vivia no 'país das maravilhas'. Esse é o ponto de partida do autor para alinhavar os poemas que precedem o primeiro, 'Alice no país da poesia'. São 33 poemas com imagens que remetem a grandes textos da literatura universal. O leitor segue em companhia de Sherazade, Peter Pan e Dom Quixote, além de um séquito de fadas e feiticeiras, duendes e sereias, reis e rainhas, príncipes e princesas, pássaros e cavalos mágicos.”
Site da Editora.



Phyllis Reynolds Naylor
Coleção Primeiros Anos
São Paulo: Verbo, 2007.
200 pág.

“Alice está agora no quarto ano e acontecem-lhe coisas muito embaraçosas com o vizinho, com as amigas e perante a turma... Ela parece não fazer nada certo, especialmente no que toca a Lester, o irmão mais velho. Quando ele se zanga, Alice não sabe como remediar a situação. O que fazer para que o irmão volte a falar com ela? Será que a vida alguma vez se tornará fácil? Alice mal pode esperar que o quarto ano chegue ao fim.”
Site da Editora



Robert Gilmore
Capa de Carol Sá e Sérgio Campante.
Ilustrador anônimo.
Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1998.
Formato: 16 x 23 cm. 192 pág.
50 ilustrações, P&B.

“Nessa genial mistura de fantasia e ciência, Alice, aquela do País das Maravilhas, está prestes a embarcar em outra jornada. Ela conhecerá o País do Quantum uma espécie de parque de diversões intelectual menor que um átomo e irá se deparar com desafios, jogos e atrações que esclarecem os diferentes aspectos da física quântica. Através dessa alegoria, o leitor conhece de forma acessível e divertida os domínios fundamentais da física quântica. Inteligentemente concebido e escrito, e com muitas ilustrações, 'Alice no País do Quantum' coloca conceitos físicos ao alcance do leitor comum. Não é necessário conhecimento de matemática para acompanhar as travessuras da heroína, só gosto pela aventura intelectual e uma forte curiosidade pelo mundo que nos rodeia.” Site da Editora


Alberto Manguel
Tradução de Josely Vianna Baptista.
São Paulo: Companhia das letras, 2009.
Formato: 21 x 24 cm. 248 pág.

“Para Erasmo de Roterdã, a loucura - o alegre extravio da razão - explica muitas das atividades em que incorrem os seres humanos - a guerra, o amor, a política, as artes. Bertrand Russell, ao completar noventa anos, comentou - Ao longo de toda a vida, ouvi dizer que o homem é um animal racional; até hoje, porém, não tenho uma só prova de que seja mesmo. A verdade é que em todas as épocas houve loucos, e a atual não é exceção. Neste livro de ensaios saborosos, Alberto Manguel parte das frases mais famosas de 'Alice no País das Maravilhas', de Lewis Carroll, para inventariar um universo de personagens, artistas e obras que se nutrem do tipo de demência sublime que, desde a Antiguidade, desafia regras e instituições.” Site da Editora


LIVRO DE HISTÓRIAS.
Baseado na obra de Monteiro Lobato.
Várias histórias com diferentes redatores e ilustradores.
Alice é contada por Orlando P. Miranda e ilustrada por Beatriz Berman. (Argentina)
Rio de Janeiro: Rio Gráfica Editora, 1979.
21 x 28 cm. 123 pág. 16 pág. e 9 ilustrações a cores para Alice.

Personagens do Sitio vivem aventuras em obras clássicas da literatura universal tais como Robinson Crusoé, Tom Sawyer, Vinte mil léguas submarinas e Alice no País das Maravilhas.


A weird diary. An extraordinary memory.
William Hamilton
Chaleston: Book Surge, 2007.

"The place: An antiquary in former Arundel street, London. The year: 1976. The main personage: Imagination. This is the intriguing scenario for the Lost Dialogues of Hamilton. Imagine trying to discover what kind of mystery is behind a box full of old papers that seem to be a forgotten and weird diary. Every chapter is an entire new story, as well as a new piece of a great and enigmatic puzzle. Enter a world where historical knowledge and imagination are the key to make the reading of this book a unique experience."

"Imagine se Lewis Carroll tivesse um diário perdido onde relatasse as coisas mais estranhas que aconteceram com ele. Imagine que cada capítulo desse diário fosse uma das várias vidas vividas por ele. Estranho!? Leia e tente desvendar esse enigma que nem mesmo Carroll foi capaz de desvendar."

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“Always in search of curious objects, broken toys, bits of things and traces of stories, Adriana Peliano stitches together desires, monsters and fairy tales. Her collages and metamorphic assemblages are magical and multiple inventories, where logic is reinvented with new meanings and narratives, creating language games and dream labyrinths. Everything is transformed to tell new stories that dislocate our way of seeing, inviting the marvellous to visit our world.” “Sempre em busca de objetos curiosos, restos de brinquedos, cacos de mundos e rastros de estórias, Adriana Peliano costura desejos, monstros e contos de fadas. Suas colagens, metamofoses e assemblagens despertam inventários mágicos e múltiplos, onde a lógica do cotidiano é reinventada em novos sentidos e narrativas, criando jogos de linguagem e labirintos de sonhos. Tudo se transforma para contar novas estórias, abrindo portas para o maravilhoso.”