1 September 2009

Ilustrações de Paulo Amaral

ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Tradução e adaptação de Oliveira Ribeiro Netto.
Ilustrações de Paulo Amaral.
São Paulo, Editora do Brasil, s/d.
Formato: 16 x 20 cm. 110 pág. 10 ilustrações, PB e cor.

ALICE NO FUNDO DO ESPELHO
Tradução e adaptação de Oliveira Ribeiro Netto.
Ilustrações de Paulo Amaral. (Brasil)
São Paulo, Editora do Brasil, s.d.
Formato: 16 x 20 cm. 142 pág.
10 ilustrações, PB e Cor.

Google translator




 Paulo Amaral


As ilustrações de Paulo Amaral para os dois livros de Alice têm sua personalidade própria, mas seguem um estilo convencional compatível com o senso comum das décadas de 40 e 50. Apresenta limites técnicos de impressão resultando num colorido insosso que transborda os contornos dos desenhos. Simplório, mas cativante.




 Paulo Amaral


Essa curiosa adaptação do texto de Alice através do Espelho mereceria uma análise mais cuidadosa com suas ousadias e equívocos. Tweedledee e Tweedledum são Tocati e Tocatum, Humpty Dumpty vira o “gordinho” e o poema do Jabberwocky que Monteiro Lobato não havia se arriscado a adaptar para o português, recebe aqui o nome de Algaravia (que significa linguagem pouco compreendida), monstro fabuloso que passa a conviver com o lobisomem e o bicho papão entre árvores de mandacaru.




 Paulo Amaral


About Me

My photo
“Always in search of curious objects, broken toys, bits of things and traces of stories, Adriana Peliano stitches together desires, monsters and fairy tales. Her collages and metamorphic assemblages are magical and multiple inventories, where logic is reinvented with new meanings and narratives, creating language games and dream labyrinths. Everything is transformed to tell new stories that dislocate our way of seeing, inviting the marvellous to visit our world.” “Sempre em busca de objetos curiosos, restos de brinquedos, cacos de mundos e rastros de estórias, Adriana Peliano costura desejos, monstros e contos de fadas. Suas colagens, metamofoses e assemblagens despertam inventários mágicos e múltiplos, onde a lógica do cotidiano é reinventada em novos sentidos e narrativas, criando jogos de linguagem e labirintos de sonhos. Tudo se transforma para contar novas estórias, abrindo portas para o maravilhoso.”