31 August 2009

Baralho dos alicinados, alissólogos e alicinógenos da Sociedade | Society Members




ADRIANA PELIANO


“Sempre em busca de objetos curiosos, restos de brinquedos, cacos de coisas e rastros de estórias, Adriana Peliano costura monstros, corpos, desejos e contos de fadas. Suas colagens e assemblagens são inventários mágicos e múltiplos, onde a lógica do cotidiano é reinventada em novos sentidos e narrativas, criando jogos de linguagem e labirintos de sonhos. Tudo se transforma para contar novas estórias, abrindo portas para o maravilhoso.”




AILZA AMORIM



Como uma boa geminiana sou comunicativa, alegre e brincalhona. Muito criativa para escrever, fazer paródias, montar apresentações e sou séria no que faço. Leio muito e viajo nas leituras. Imagino personagens das estórias infantis se encontrando com personalidades atuais, discutindo temas polêmicos do século XXI com o seu pensamento como personagem da história. Isto me faz rir sozinha e aceitar que me chamem de doida, louca, maluca





ALICE LOPES

"Diretamente da Era Vitoriana para o século XXI, Alice Lopes é uma viajante do tempo que resolveu conciliar o passado com o presente. Relógios de bolso, longos vestidos, chapéus, luvas, pince-nez, fotos em preto e branco e toda a áurea do século XIX ganham toques contemporâneos.

No mundo dos livros sou a Miss Lemon (secretária do detetive Hercule Poirot). A minha verdadeira paixão é o desenvolvimento de um sistema de arquivamento supremo. Inclusive chego a sonhar à noite com tal sistema, que superaria todos os outros. "Ordem e método" são as palavras mágicas que aprendi com o Monsieur Poirot, uma verdadeira filosofia de vida baseada no uso das "pequenas células cinzentas". 

Além da obra do Lewis Carroll, também sou apaixonada por literatura, principalmente histórias de detetive e de terror; filmes antigos, especialmente os do Expressionismo Alemão; música clássica... Meu verdadeiro parque de diversões é o Egito com as suas misteriosas pirâmides.

Meu sonho desde criança é dar uma volta ao mundo, não em 80 dias (mas em 80 anos) fazendo documentários e filmes, seja com "uma câmera na mão e uma ideia na cabeça" ou com uma mega-produção."

"Uma pessoa que limita seus interesses, limita sua vida." (Vincent Price)




ANA CARLA VIEIRA BELLON

É...veja bem, sir... neste instante... bom.... até me explico. Vou tentar fazer as palavras não trabalharem muito, ando sem adicional. Bem, sou a travessia, sou o caminho, e, assim, só me faço sendo percorrido. Percorrido por maluquices, por loucuras, graças a Deus, por ilusões de tempo, por reis e rainhas, por cavaleiros e cavalos. Sou o jogo de xadrez, sou o baralho da Rainha. Sou o que me percorre, sou minha personagem mais complexa. Sou, ANAliticamente falando, espelho daqueles que não sou, mas me resta coragem ainda...ainda sou o brilho no olhos de uma criança...Ora...mas agora já não sei, sabe... agora já passou.



ANA CLAUDIA SOARES



Ana Claudia Soares é apaixonada pela criação artística. Já escreveu uma pequena peça teatral inspirada nas "Aventuras de Alice..." e é Psicóloga, Mestre em Pesquisa e Clínica em Psicanálise pela UERJ, onde defendeu a Dissertação "Psicanálise e Arte: do laço à criação".



ANDREW SELLON

Andrew Sellon is a New York-based actor, voiceover artist, and writer. He was President of the Lewis Carroll Society of North America from 2006-2010, as well as Editor in Chief of the Society's Knight Letter magazine for three of those years. He is also a member of the UK society, and is delighted to join this Brazilian one. He is a lifelong Lewis Carroll fan, and has performed his original playThrough The Looking-Glass Darkly: A Dream Play About Lewis Carroll for enthusiastic college audiences. Few people know this, but while an undergraduate at Harvard College, Andrew appeared as Humpty Dumpty and the Unicorn in a fellow student's musical adaptation of Through The Looking-Glass and What Alice Found There. You can follow Andrew's acting news here:



ANDREY LORENÇO

20 anos, Andrey Lourenço. Fotografo e estudande do curso de design gráfico. Apaixonado por moda.




BEATRIZ MOM

Beatriz Mom é Alice desde a barriga de sua mãe. É publicitária, designer eilustradora. Quando está suspensa é artista plástica. Adora inventar modos de ser e estar. É louca por livros e imagens livres. Ela foi a idealizadora do evento Carrolsday em 2010, onde mostrou seus trabalhos embasados na obra de Carroll. "Na sala enquanto espero" faz parte de uma série de fotoperformances que exploram o devir, o desconexo e o disparate; situações nas quais interajo como objetos como uma cadeira em miniatura, um pequeno dado ou um par de luvas.


BIANCA VIANI



Gosto de juntar pedacinhos de pano, pintar aquarelas e tambem fotografar.
meu trabalho tem caracteristicas que envolvem o universo infantil e feminino.
Formada em Artes Plasticas, ilustradora e curiosa.



BRENDA NOVAK

Brenda Novak é artista plástica, performer, bailarina, cantora e terapeuta corporal. Desenvolveu a técnica Body Rebuilding de danca contemporânea, no campo da dança movimento terapia, na Espanha, aonde vive a 20 anos. Passou por muitas transformações físicas pouco comuns, incluindo algumas lesões causadas por acidentes. Suas sucessivas transformações físicas a aproximaram emocionalmente do universo de Alice. Já fez uma série de performances inspiradas em Alice, em vários países. São elas: Alicia y sus llaves, puertas, tiempos y espacios; El despertar de Alicia; Alicia y sus amigos invisibles. Está escrevendo no momento, a sua quarta releitura: Alice encontra Peter Pan.



CAIO BORGES

Caio Borges é ilustrador e passa horas desenhando mulheres, como se estivesse psicografando... E chama isso de “ desenhos de telefone ”.
Adora cinema, moda, psicanálise, gatos e bonecas e junto com sua amiga Bianca integra a equipe do estudio onze


CAROL HANKE

Quem sou eu: Uma pessoa que procura sempre inventar ou reenventar algo. Ama escrever, e o grande sonho é publicar um livro. Trabalha no centro Cultural da Juventude, em Sâo Paulo. Arrisca umas pinturas em telas. Ama a arte... Ama música! Ama poesias!


CAROLA TRIMANO

Carola Trimano cursou a escola de Belas Artes de La Pampa e psicopedagogia em Buenos Aires. Aprimorou-se nas técnicas de papel machê, escultura, gravura, desenho e pintura quando morou na França. De volta ao Brasil criou uma linha de objetos recicláveis e fundou o projeto "Pássaro de papel": um atelier itinerante com propostas sustentáveis de expressão artística, tais como escultura, gravura e pesquisa de diferentes técnicas e temas ligados à arte e a história da arte, filosofia e misticismo.




CLARA B

Me apaixonei pela saga da Alice aos treze anos quando esse livro parecia ser o única coisa que fazia algum sentido no mundo, e depois de ter os diálogos decorados e conviver com Lewis Carroll quase tanto como com as pessoas vivas, a curiosidade sobre o mundo das histórias infantis aumentou muito deixando que J.M. Barrie também ficasse muito próximo. O universo de Caroll e Alice já está mais que fundido com o meu hoje em dia, ela aparece em absolutamente todas as minhas áreas de interesse, música, moda, cinema, animes, mangás e outras obras literarias.


DANIELA CARVALHO



Toda vez que alguém me pergunta "Quem é você?" a primeira resposta que aponta de imediato em minha mente é o diálogo de Alice com a Caterpillar... e sempre meio sem jeito respondo: 'Who in the world am I?' Ah, that's the great puzzle!!!!!!

E nesta busca em saber quem sou, algumas palavras começaram a fazer sentido, ou em meio ao não sentido me pareciam sentidas por mim. Hoje em dia, digo que sou um mutante.
Sim, porque eu mudo de tamanho o tempo todo, têm dias que estou grande, outros bem pequena, alguns dias estou bem esticada, outros simplesmente mudo de cor, de vontade, de idéia e assim vou sentindo e vivendo as mutações ao longo dos segundos com um único propósito o de evoluir e rir muito!

Para o mundo non sense, sou graduada em Letras Tradução e Interpretação, mas descobri no ensinar um aprender tão mais divertido e fascinante que virei professora de inglês num dia de férias e quando percebei era o que fazia todos os dias, aí para o mundo da Literatura bastou um pulinho!!! Especialista em Literatura, apaixonada, fascinada por Alice, ajudo meus alunos a conhecerem este mundo "underland ou wonderland" em que vivo e as vezes escrevo resquícios do que vem de lá.


DOUG HOWICK

In 1972 I bought my first copy oh Martin Gardner's The Annotated Snark - and from then on, I was hooked - or should I say "Snarked!" What began as a subject of fascination gradually became a hobby and a profound interest. As a result, I quietly and privately researched all matters to do with the Snark. My predominant interest developed into comparing the interpretations of the various Snark - hunting crew members over many years by a wide range of illustrators. I originally collected lower-priced copies to have a look at the interpretations of as many illustrators as were obtained. My hunting led me to many bookshops in many countries, sometimes with excitingly fortunate discoveries such as my first, first edition in a London bookshop in 1985 - and most recently, a copy of "A caça ao turpente" very kindly donated by Adriana Peliano.


FABIO MAIA


FERNANDO HEYNEN

Fernando Heynen, nasci em São Paulo, com "5000 desenhos ruins embutidos dentro do meu corpo",tudo que fiz foi coloca-los pra fora. Contrariando a família, sou Designer formado pela Faap. Atualmente trabalho com criação, desenvolvimento e direção de arte na Vetor Zero, produtora de animação tradicional e 3D ligada as principais agências de publicidade do mundo.Meus projetos pessoais estão focados em livros infantis, criação de roteiros e ilustração. Fã de Tim Burton, Jack Kerouak, Ginsberg, Burroughs e o resto da turma de rebeldes. Tive a honra conhecer alguns artistas famosos entre eles o já falecido Manuel Victor Filho e Ziraldo, que me deram aulas na época de escola de arte. Alguns desses artistas ainda caminham entre nós, apesar de um pouco acima do chão.



MANUHELL

Ilustrador autodidata, formado em cinema.


Trabalhou como ilustrador da industria de jogos por aproximadamente 4 anos, como concept designer.
Atualmente trabalha como designer e ilustrador no estúdio de animação LOBO de São Paulo.
Em seus trabalhos se percebe forte influência de temáticas fantásticas e de horror, assim como referências a videogames.




HELENBAR

Helena de Barros ou Helenbar é designer e mestre em design pela ESDI/UERJ (Escola Superior de Desenho Industrial da Universidade do Estado do Rio de Janeiro). Trabalha com projetos gráficos e de exposição na área cultural e com tratamento e manipulação de imagens. É professora, pesquisadora, colecionadora de impressos de época (especialmente cromolitografias). Encantada pelo imaginário do século XIX, adora costurar e garimpar objetos em feiras de Antiguidade. Deu forma à Alice no País das Maravilhas com uma série de ilustrações de fotomontagem digital com auto-retratos, encarnando uma Alice de cabelos vermelhos. As imagens já foram capa de revista da Lewis Carroll Society Americana e receberam mais de 1.120.000 visitas online.

"Desde que li Alice no País das Maravilhas pela primeira vez, tive muita vontade de me sentir no papel da Alice e vivenciar todas aquelas situações. Foi assim que comecei a usar a minha própria imagem para o personagem, numa espécie de realização pessoal. A narrativa de Carroll é recheada de imagens deliciosas, gosto de reconstruí-las na minha cabeça e poder ser Alice é uma grande satisfação. Toda garota já sonhou em estar num contos de fadas, esta é a minha maneira de concretizar este desejo. É um trabalho totalmente autoral: concebo as cenas, fotografo os objetos e a mim mesma, pesquiso imagens e referências, faço desenhos vetoriais e a manipulação de imagens."
SITE



HELIO LEITES

Meio louco, meio pardal, Hélio Leites inventa formas e performances com caixas de fósforos, botões, pequenos objetos desprezados e achados. O artista lidera a Associação Internacional dos Colecionadores de Botão. Com botões realiza performances que contam as estórias do mundo. Quando lhe perguntam: Hélio, por que botão? Ele responde: "E por que não?"



IONE DE MEDEIROS

Ione de Medeiros é diretora do milmaravilhoso Grupo Oficcina Multimédia. Mas, como se não bastasse, é artista plástica, figurinista, cenógrafa, poeta e produtora cultural. Adora cinema e literatura. Junto com o GOM comemora todo ano em Belo Horizonte o Bloomsday, "Dia internacional de James Joyce". Em 2010 o Bloomsday reuniu esses dois mestres da literatura: Lewis Carroll e James Joyce.




ECILA. JESSE

Sou Jéssica S Nascimento, tenho 23 anos tenho uma personalidade forte, falo sempre o que passa em minha mente quando estou com vontade de falar, minha curiosidade é a flor da pele, adoro, animais, livros,mangas,Hqs, animações,filmes, músicas,bichos de pelúcia, bonecas de porcelana, minha família e meus amigos... Adoro estar com eles ir em eventos ou assistir a filmes, gosto de jogar RPG, vídeo game, e de me caracterizar como personagens (livros,filmes, desenhos ou os que invento mesmo ).





ISABELA BIEHL

" Sou Isabela Biehl, tenho 16 anos, escrevo compulsivamente, porém nunca publiquei nada (ainda), não tenho trabalho definitivo (praticamente vagabundeio), estou no terceiro ano do ensino médio, moro no interior do Mato Grosso do Sul e eu sou mais uma sonhadora desvairada que inventou um universo paralelo para poder viver entre as loucuras de minha mente, apaixonada por tudo que seja do País das Maravilhas, de Macondo, ou de qualquer outro lugar fantástico onde o incrível e o maravilhoso façam parte da rotina, desejo muito aprender muitas coisas com vocês e compartilhar um pouco das minhas 'invencionices'."



JOÃO VAZ

Eu nasci de um jeito, mas acho que já me transformei várias vezes desde então.
Hoje sou um pouco de tudo que já fui. E não acho nem um pouco esquisito.



JOAQUIM JOSÉ COELHO

Joaquim José Coelho, conhecido artisticamente como J. J. Coelho, tenho 16 anos e sou do interior de Minas Gerais. Apaixonado desde muito pequeno pela arte e sempre tendo Alice como minha musa. Sou absurdamente viciado em mistérios e sempre atiçado pela minha curiosidade enorme (como a de Alice) a resolvê-los, faço justamente isso em meus livros. Gosto de criar histórias onde o imaginário se une com os mistérios da vida real com o intuito, mais criativo impossível, de desvendá-los.
 
Também tenho o hábito engraçado de colecionar objetos como chaves antigas de paradeiros desconhecidos. Talvez acreditando que um dia, de repente, uma delas irá abrir uma portinha de 40 centímetros que fica atrás de uma cortina ou uma passagem no tronco de uma árvore.

Minha página



JONNATHA HORTA FORTES



Participa do Grupo Oficcina Multimédia da Fundação de Educação Artística desde 2001 onde atua e é responsável pela preparação corporal do elenco e em 2005 assumiu também a assistência de direção. Graduado em Licenciatura no Curso de Artes Cênicas da Universidade Federal de Minas Gerais. Trabalha como professor de Teatro em importantes projetos da Fundação Municipal de Cultura e do Valores de Minas.
Experiências Profissionais – Ator, preparador corporal e assistente de direção em diversos espetáculos.



JULIA MOREIRA


Bem, sobre mim, eu sou uma adolescente, fã de Alice desde que eu me conheço por gente, desenhista, tatuadora e escrevo um pouco. Ah, eu também gosto muito de ler e ouvir música. 



JULIANA FREIRE

Juliana Freire é pró-ativa mas quer ser mais preguiçosa. Hoje em dia deseja um pouco de ócio, coisa que antes lhe dava tédio. É artista plástica, estilista, professora, galerista (Emma Thomas), ilustradora (Coluna Élio Gáspari - Folha) e faz uma revista de imagens chamada Gudi com os amigos. Tudo mudou depois da chegada da filha e hoje pesquisa a construção de prédios ecológicos acessíveis, buscando viabilizar pequenos oásis na cidade.



JUR KOKSMA


KAROL

Faço licenciatura, mas estou me desencontrando nessa área. Talvez eu tente carreira na área jornalística ou, quem sabe, permaneça na educação (mudo de opinião com certa frequência). Sou estudante de Letras pela Universidade de Pernambuco e estou torcendo para concluir esse ano.
Como projeto futuro pretendo me especializar em Língua Brasileira de Sinais, pois já fiz por alguns anos o curso de LIBRAS e gosto da proposta de inclusão.
Estou inscrita na pós-graduação (latu sensu) em linguística aplicada as práticas discursivas (é lá que defenderei alguma tese em relação à surdez) e nas horas vagas faço dança de salão (religiosamente) e, sem nenhuma ordem ou frequência, leio, vou ao cinema a shows e o que mais aparecer.


KATIA CANTON

Desde criança Katia Canton escrevia poemas e sonhava acordada com os livros que lia e as histórias contadas pela avó. Estodou arquitetura, dança e jornalismo e foi viajar pelo mundo. Viveu muitos anos em Nova York onde fez mestrado e doutorado. Estudou os contos de fadas e até hoje a acompanham como seu assunto preferido. Hoje em dia ela é professora e curadora além de escrever muitos livros infanto juvenis. Lançou em 201o o livro " Lewis Carroll na Era vitoriana: outras histórias de Alice", com colagens digitais de Adriana Peliano.




KEMELYN


KENNETH ROUGEAU

Kenneth Rougeau is an artist, poet, musician & computer aficionado. He currently lives in Portland, Oregon with his girlfriend, artist & designer Charlotte Self, and her son, 10-year old aspiring artist Dylan Johnson-Self. Ken has created numerous digital collages, including two series’ of images designed to illustrate the Lewis Carroll stories Alice In Wonderland and Through the Looking Glass.

BLOG




LARISSA AVERBUG

"Larissa Averbug é designer, ilustradora e mestranda em Artes Visuais pela UFRJ. Nesse exato momento está caindo, caindo, caindo na toca do coelho, envolvida nessa queda infinita que é o tema Alice. Vê múltiplas estantes, repletas livros e objetos curiosos. E a partir disso, escreve sua dissertação sobre a importância dos contos de Alice para a construção do conceito de livro ilustrado infantil, que vem se desdobrando desde a era vitoriana até agora, com as novas versões digitais."



LAURO AMORIM

"Lauro Maia Amorim é PhD em Translation Studies, tradutor e professor em cursos de Letras-Tradutor de Universidades de São José do Rio Preto - SP. Escreveu o livro "Tradução e Adaptação: Encruzilhadas da Textualidade" (Editora da UNESP) em que discute as várias tendências que caracterizam as traduções e adaptações de Alice no País das Maravilhas no Brasil."


LILLIAN MALTA VARELLA


LUCIANO PADILHA


LUPE

Lupe é uma pequena criatura do campo que, em algum momento entre nascer e se reproduzir, vai para a cidade grande, papel e lápis embaixo do braço, com o objetivo de fazer do mundo um lugar menos feio. Algumas pessoas dizem ter visto seus desenhos em lugares onde ela não deveria desenhar, mas não há provas. Em seu curto tempo livre – ilustração é um trabalho sujo, mas ela desesperadamente precisa fazê-lo – se alimenta de qualquer coisa capaz de fazer com que humanos sejam mais do que humanos. E ela sempre presta atenção quando os cavalos choram.




MADDOXX

Professor de arte, critico e pesquisador, formado em professor de Educação Infantil e em Artes Visuais, louco, literalmente louco. Me inspiro nas mais diversas formas de arte que mexem com minha definição de identidade, mudo constantemente, amante da fotografia e do surrealismo, fã de Dalí, Peliano e Frida. Boêmio do Largo da Ordem, onde me junto a poetas e artistas locais para definir um mundo no caos. Admirador da dança e da música, esquisito, estranho, compositor, poeta e amante da artes.

Trabalho em minha monografia a Alice no País das Maravilhas e os encontros e desencontros com o século XXI e a arte apartir das obras de Adriana Peliano, focando na crise de identidade e nos signos que estão presentes em cada imagem e em cada cada linha. Está sendo elaborado um projeto para a educação Infantil, séries iniciais, séries finais e ensino médio com foco na Alice que temos dentro de nós e suas transformações, ligando-as com as obras de Peliano e com as formas de representação na história, através de filmes, imagens e performances. O projeto pretende desenvolver um novo olhar sobre a contemporaneidade e para que isto ocorra serão realizadas diferentes atividades como a semana de arte com café filosófico e nossa I Semana de Alice e Peliano.




MAHENDRA SINGH

Mahendra Singh is a snark hunter in Canada. The snow and ice does not bother him for he is mentally warmed by his memories of Snark Island. He was born in Libya and grew up in Germany and the USA. If you combine all three of those countries, the final product is very close to Snark Island. He is a freelance illustrator, translator and writer and when he finds work, he makes a sound like the cry of the Jubjub, striking terror into the hearts of his rival illustrators. His favorite food is Snark with sauerkraut and mashed potatoes, served with greens and forks and hope. His favorite music is Heinrich Ignatius von Biber, the baroque violin-snarkologist whose name in German means Beaver. He cannot drive in Quebec because his mental map of the province is blank. He grew up on a farm and misses his goats and sheep. City people are his boojums but he has learned to be polite to them.



MARIANA NOBRE

"Ai, ai! Ai, ai! Vou chegar atrasado demais!" – Diz o Coelho Branco para Alice logo no início da aventura... é assim que a Mari se sente, dentre tantos afazeres... Mariana Nobre é publicitária por formação e garimpeira por vocação. É muito fácil se perder em seus “achados”, que vão desde obras de arte a objetos retrô e, até mesmo, cacarecos sentimentais, perdidos em suas gavetas.São muitas as atividades que a fazem correr contra o tempo: atualmente trabalha com planejamento de comunicação e curadoria cultural e também mantém um espaço vintage, o Freddie&Grace, no Otto Bistrot. Ah! Toda quarta-feira ela também escreve em seu blog, no site da Revista Gloss. Lá, seus posts são todos sobre os seus garimpos.



MARK BURSTEIN

MARK BURSTEIN ’s family has been involved with Carroll since his grandmother papered the walls of her son’s nursery with Alice wallpaper in 1928. That boy, Sandor, grew up to be a noted Carroll collector; Mark now curates the collection in a tower in California. Mark has edited the Knight Letter, the magazine of the LCSNA, since 1994, and has written and published extensively about Carroll, including co-creating the book All Things Alice.




MARK RICHARDS

Mark Richards has been interested in the life and works of Lewis Carroll ever since discovering the Game of Logic, in the mid-1970s. He continues to study Lewis Carroll’s logic, but also retains an active interest in many Carrollian topics. He occasionally writes and lectures on Carroll’s works – generally choosing the lesser studied books such Sylvie and Bruno and A Tangled Tale – and he sometimes give talks on some of the more obscured aspects of Carroll’s life and his influence. Mark has been involved in the running of the Lewis Carroll Society, one way or another, since the early 1980s and it currently Chairman and executive editor of The Carrollian.



MICHAEL O'CONNOR

Michael O’Connor is a writer and editor who lives in Kent in the UK. His short fiction has appeared in numerous UK/North American print and online magazines as well as in several anthologies. In addition, he has written essays and book reviews for The Baum Bugle (Journal of the International Wizard of Oz Club), and is a long-standing member of the Lewis Carroll Society, for which he currently edits their quarterly newsletter as well as being on the editorial board of their academic journal The Carrollian. He is a collector of Carrolliana and of film and television memorabilia, while his other hobbies include gardening and going to the cinema.




MIRIAN

Mirian, paulistana nascida em 1986, professora e tradutora de inglês, adora ler, escrever, traduzir, ensinar, ver filmes, fazer passeios culturais e ouvir música. É uma garota muito romântica e sonhadora. Desde os 17 anos se apaixonou pela obra de Lewis Carroll e decidiu fazer seu TCC baseado nele.



MYRIAM ÁVILA

"Há 25 anos, coloquei frente a frente Alice e Macunaíma, para se conhecerem, se entenderem e se desentenderem. Pintou um clima. Há 15 anos, investiguei as rimas e soluções da poesia nonsense de Carroll e Lear. Dessa cartola hão de sair ainda outros coelhos."


NATHALIA TOMAZ

"Eu sou aquela que é pequena e também é grande, a fraca que é forte, a doce que às vezes é tão amarga... Sou aquela que morre de raiva e de amores, que tenta tanto que às vezes desiste fácil, que tenta manter os pés no chão sem parar de bater as asas. Eu sou a corajosa que treme de medo, a silenciosa que nunca termina de falar, a curiosa que quer manter o mistério. Eu sou aquela que se perde no labirinto e desvia da saída. Eu sou Alice."



NAZARENO

Vive trabalha em São Paulo. Graduado em 1998 em Artes Visuais pela Universidade de Brasília-DF. Desde então tem realizado diversas exposições em galerias particulares e instituições como MAM-Rio, MAM-SP, MAB-DF, Instituto Cultural Itaú-SP, Funarte, Instituto Tomie Ohtake – entre outros – além de participar de diversos salões nacionais, projetos de mapeamento como o Rumos Visuais Itaú e residências artísticas. Em 2004, publicou o livro “São as coisas que você não vê que nos separam”. Nos anos de 2006 e 2008 foi indicado ao prêmio Marco Antônio Vilaça-SESI. Em 2010 foi um dos artistas convidados do 29º Arte Pará. Suas obras estão em diversas coleções públicas e privadas.


NICOLAU SEVCENKO

Alice no País das Maravilhas é “a melhor lição de ética, de irreverência e de inconformismo, tanto para crianças quanto para adultos.” A definição é de Nicolau Sevcenko (1952-), que, além de apaixonado pela obra-prima de Lewis Carroll, é um de seus melhores tradutores. Historiador e professor da Universidade de Harvard e da USP, ele volta ao texto do autor inglês na nova edição da Cosac Naify, que conta com a “poesia visual ao mesmo tempo delicada, onírica e estranhamente desconcertante” criada pelas ilustrações do artista plástico Luiz Zerbini.


NINO CAIS

Concluiu em São Paulo o curso de artes plásticas na Faculdade Santa Marcelina (Fasm), onde, em 2001, apresentou a exposição individual A Trama Refeita. Em 2005, participou da coletiva do Programa de Exposições do Centro Cultural São Paulo (CCSP) e ganhou o Prêmio Aquisição no 17º Salão de Arte Contemporânea de Praia Grande. Em 2006, apresentou uma individual na Galeria Virgílio e participou da mostra SP Arte, realizada no Pavilhão da Bienal, na capital paulista. Em 2007, participou da coletiva Pinta, no Metropolitan Pavillon, em Nova York, Estados Unidos. No ano seguinte, ganhou o Prêmio Aquisição no 33º Salão de Arte de Ribeirão Preto, em São Paulo, e recebeu o Prêmio Destaque, conferido pela Fundação Iberê Camargo. participou da mostra Trilhas do Desejo, que apresenta trabalhos dos selecionados no Rumos Itaú Cultural 2008-2009, na sede do Instituto, em São Paulo. Foi premiado no mesmo ano pelo 15º Salão da Bahia. Vive e trabalha na capital paulista.




ODILON MORAES

Odilon Moraes (São Paulo, 1966) passou a infância e a adolescência no interior paulista. Talvez daí venha seu gosto por histórias simples e bem contadas, seja como escritor, seja como ilustrador, atividade que começou em 1989, antes mesmo de concluir o curso de arquitetura.

Estreou como autor com A princesinha medrosa, publicado em 2002, agora em nova edição pela Cosac Naify, mesma casa pela qual lançou Pedro e Lua (2004). Ambos receberam o Prêmio de Melhor Livro do Ano, oferecido pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ). Odilon também desenvolve alguns projetos especiais, como o livro-objeto Ismália (Cosac Naify, 2006), criado a partir do poema de Alphonsus de Guimaraens.

Na Cosac Naify coordena, com o editor Augusto Massi, a coleção Dedinho de Prosa, para a qual já ilustrou O homem que sabia javanês, de Lima Barreto, O presente dos magos, de O. Henry, e Será o Benedito! , de Mário de Andrade.



OLGA




PATRICIA DUARTE


"Amante da obra Carrolliana desde criança, sou absolutamente fascinada pela pequena Alice e seu universo. Nos últimos cinco anos dediquei-me ao estudo do grego e do latim clássicos em um curso de licenciatura da minha querida cidade de João Pessoa, mas atualmente almejo viver o “óbvio utópico” nos encantadores campos da Ilha Esmeralda."



PAULO BETO

Paulo Beto é um artista que circula no meio das artes sonoras e visuais, com trabalhos que vão dos mais sérios e conceituais até os mais pop e divertidos. Trabalha no dia a dia como desenhista sonoro e compositor musical para filmes comerciais e artísticos. Paralelamente desenvolve trabalhos com diferentes atistas, designers, cineastas e músicos.



RODOLFO HANKE

"Rodolfo Hanke - Adoro artes, vinho e faço de tudo para enxergar o mundo do jeito que ele não é"


SALMO DANSA

Salmo Dansa é artista plástico e mestre em design pela PUC - Rio. Trabalhou como diretor de arte em agências de publicidade e desde 1992 dedica-se `a ilustração de livros infanto juvenis. Seus trabalhos integraram exposições coletivas e individuais, além de ter ganhado vários prêmios. Salmo Dansa ilustrou Alice através do espelho com colagens e arquiteturas de papel.




SAMIRA VILELA

"There was an old man on the beach,
Which heart turned into a pilous peach;
His wife, with a slap, only said "what a trap!"
That tasteless old man on the beach."
(Samira Vilela)


SISSI VENTURIN

"Tentei ser pedra, tentei ser fogo, mas sou lágrima, pequena e lentamente em direção à terra." Sissi Venturin

"O espetáculo teatral ALICE é livremente inspirada nos livros de Lewis Carroll, “Alice no País das Maravilhas” e “Alice Através do Espelho”. Aborda o universo nonsense das obras originais através da performance art, propondo o diálogo entre tecnologias, a autonomia do performer e a liquefação das barreiras entre arte e vida, bem como entre palco e platéia. (...)
Em ALICE o prato principal é o corpo da atriz, servido em situações que trazem à tona alguns dos personagens dos livros, todos vividos por ela. Utilizando- se da obra de Lewis Carroll para refletir sobre a sociedade, a arte e sua própria vida, apresenta uma performance que não pretende contar a história de “Alice”, mas ser uma construção abstrata preenchida de sentido pela platéia na intenção de nela identificar-se, assim como são os livros. A atmosfera é onírica, desfaz a linha narrativa permitindo uma compreensão principalmente sensorial."



TATIANA IANOVSKAYA

"I was born in Tbilise, Georgia (former USSR) in 1960 of Russian and Armenian parentage. I graduated from theatre Set department at "Memory year 1905" Art college in Moscow in 1981, and became a member of the Moscow Artist's Union in 1989. I has illustrated and published "Through the Looking Glass" black and white and coloured editions. (...) I live in North York, Ontario, Canada and sometimes in Moscow, Russia."




THEREZA VASQUES



Ganhei livros de aniversário. (Naquela época, livros eram um bom presente, sempre bem recebidos). Gostava de ler e estava acostumada a ter sempre um livro nas mãos. Mas a minha surpresa foi enorme ao abrir um volume ilustrado com figuras de Walt Disney e ver Alice, a mesma que vira no filme. Assim que pude, comecei a ler e a me encantar com tudo. Queria ser Alice. Aos poucos, consegui ganhar um avental de organdi branco, sapatos pretos de verniz, meias brancas. Mas um pequeno detalhe me deixava triste: a personagem era loura e eu tinha os cabelos castanhos, quase pretos.
Algumas décadas mais tarde, descobri que Alice tinha cabelos escuros. Que alegria. Mas então, o que me interessava mais não era o aspecto físico de Alice, ou o enredo da história e sim a riqueza do texto e tudo que dele se pode extrair.


WILSON BUENO



A Sociedade Lewis Carroll do Brasil informa com grande tristeza que o escritor Wilson Bueno faleceu na última segunda-feira, 31 de maio. Wilson foi um dos palestrantes no nosso primeiro evento de desaniversário no Centro Brasileiro Britânico dia 11 de maio, "Um dia, Alice 2010". Ele era um dos membros mais participativos, entusiasmados e divertidos da Sociedade Lewis Carroll do Brasil, além de ser uma das pessoas mais intensas, inventivas e amorosas que já conheci. Compartilhamos nosso pesar com todos os familiares, amigos e leitores desse brilhante e genial escritor. Uma jóia rara.

WILSON BUENO, um dos mais expressivos escritores brasileiros contemporâneos, foi autor de inúmeros títulos, em várias vertentes e gêneros literários. Autor da novela Mar Paraguayo (editora Iluminuras, São Paulo), publicada na Argentina, Chile, México, Cuba, Estados Unidos, e objeto de teses e seminários num arco que vai da USP à Universidade do Cabo, passando por Berkeley e Sorbonne, é considerada, por sua inventiva construção ( portunhol e guarani) um clássico contemporâneo.

Prodigioso fabulista, estrito senso, é igualmente notável e dona de extensa fortuna crítica, o que chama de sua “trilogia zoofílica” constituída por Manual de Zoofilia (Noa Noa), Jardim Zoológico (Iluminuras) e Cachorros do Céu (editora Planeta, finalista do Prêmio Portugal Telecom/2006).



YOSHIYUKI MOMMA

I am one of 5 founding members of the Lewis Carroll Society of Japan(founded in 1994) and the first chairman of the LCSJ. When a university student, I took a course of 'Alice's Adventures in Wonderalnd. I was immediately fascinated with the story and Lewis Carroll himself. Since then I have been collecting Lewis Carroll for more than 30 years.


YURIKO KOBATA

"My name is Yuriko Kobata. I am a starting member of Lewis Carroll Society of Japan. One of the founders named Duchess to me. I am especially interested in Carroll 42, and have been searching for many years, which made me find many other interesting things. "


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“Always in search of curious objects, broken toys, bits of things and traces of stories, Adriana Peliano stitches together desires, monsters and fairy tales. Her collages and metamorphic assemblages are magical and multiple inventories, where logic is reinvented with new meanings and narratives, creating language games and dream labyrinths. Everything is transformed to tell new stories that dislocate our way of seeing, inviting the marvellous to visit our world.” “Sempre em busca de objetos curiosos, restos de brinquedos, cacos de mundos e rastros de estórias, Adriana Peliano costura desejos, monstros e contos de fadas. Suas colagens, metamofoses e assemblagens despertam inventários mágicos e múltiplos, onde a lógica do cotidiano é reinventada em novos sentidos e narrativas, criando jogos de linguagem e labirintos de sonhos. Tudo se transforma para contar novas estórias, abrindo portas para o maravilhoso.”